quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Raymundo Colares (1944-1986)

Ass: Fernanda Namie 7C /n13


A obra que eu mais gostei foi RAYO de Raymundo Colares.


É uma obra feita de tinta sobre madeira usando cores vivas e linhas que dão a impressão de que a obra é em alto relevo. Foi feita em 1983.
Ass: Sofia Lins
Exposições no MAM


Raymundo Colares
Início: 18 ago 2010
Término: 19 dez 2010
Sala: Sala Paulo Figueiredo

Ernesto Neto: Dengo
Início: 18 set 2010
Término: 19 dez 2010
Sala: MAM - Grande Sala MAM

Ass: Sofia Lins n27

Exposicoes

Exposicao Raymundo Colares: 18 de agosto a 19 de dezembro.
Exposicao de Ernesto Neto (DENGO) :18 de Setembro a 19 de dezembro
Grande sala do MAM(Museu de Arte Moderna), Parque Ibirapuera, portao 3.

Ass: Fernanda Namie 7C/n13
A história do Museu de Arte Moderna de São Paulo

A história do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP se divide em duas fases. A primeira, da fundação, em 1948, à doação de seu acervo original à Universidade de São Paulo - USP, em 1963; a segunda, de 1963 aos dias de hoje, em que o MAM/SP se afirma como uma das instituições culturais mais ativas da cidade, com uma coleção representativa da arte brasileira moderna e, principalmente, contemporânea (no ano 2000 o museu conta com 3.300 obras).

Criado por iniciativa do industrial Francisco Matarazzo Sobrinho - conhecido por Ciccillo Matarazzo, presidente do museu até 1963, o MAM/SP responde ao desejo de diversos intelectuais e artistas que defendem a formação de um museu de arte moderna em São Paulo desde o início da década de 1940. Museu privado sem fins lucrativos, funciona provisoriamente nas dependências da Metalúrgica Matarazzo até a inauguração oficial de sua sede no 3º andar do prédio dos Diários Associados, na rua 7 de Abril, com a exposição internacional Do Figurativismo ao Abstracionismo. Com curadoria do crítico belga Léon Degand, diretor técnico do museu até meados de 1949, a mostra apresenta ao público brasileiro o desenvolvimento mais recente da arte, reunindo um conjunto de 95 obras de artistas, como Hans Arp, Alexander Calder, Robert Delaunay, Cicero Dias, Flexor, Hans Hartung, Wassily Kandinsky, Fernand Léger, Alberto Magnelli, Joan Miró, Francis Picabia, Pierre Soulages, Victor Vasarely, entre outros.

Tanto os preparativos quanto seu catálogo e as atividades paralelas organizadas em torno da mostra indicam os objetivos do museu: ser um espaço de divulgação das novas tendências, difundindo artistas contemporâneos nacionais e internacionais por meio de exposições, publicações e cursos. Nesse sentido, o projeto, inspirado em parte no Museum of Modern Art - MoMA em Nova York, prevê a instituição de um "museu vivo", cuja atuação didática é o eixo principal. Sua sede, na rua 7 de Abril, cujo projeto arquitetônico de Vilanova Artigas, é dotada de salas de exposição, bar, biblioteca e local para projeção de filmes. A exemplo do museu americano, o MAM/SP mantém uma filmoteca própria (célula mater da Cinemateca Brasileira), uma escola de artesanato e cursos de história da arte.

Em seus primeiros anos, o museu se dedica à organização de importantes mostras retrospectivas de artistas brasileiros e estrangeiros, acompanhadas de catálogos de arte de padrão inédito no país. Seu acervo, constituído basicamente pela coleção pessoal de Matarazzo e de sua mulher, Yolanda Penteado, e por doações, como a do magnata norte-americano Nelson A. Rockefeller, é pequeno, mas composto de obras-primas da arte moderna: trabalhos de Pablo Picasso, Wassily Kandinsky, Giorgio Morandi, Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Alfredo Volpi, entre outros. Nota-se, no entanto, que no começo não há uma política de aquisição de obras de arte nem de valorização do acervo.

Desde o início, a instituição passa por intermitentes crises provocadas por desavenças entre seu fundador e os rumos desejados pelos diretores e conselheiros artísticos. A situação se agrava nos anos 1950 com a criação, a partir de 1951, da Bienal do Museu de Arte Moderna, futura Bienal Internacional de São Paulo. Paulatinamente, o museu passa a funcionar à sombra da Bienal e tem papel restrito à sua organização. A constante instabilidade financeira do museu, a concentração de energia e dinheiro de seu presidente na realização das Bienais e os problemas entre ele e seu colaboradores fizeram com que Matarazzo decretasse, em janeiro de 1963, a extinção do museu, transferindo seu patrimônio para a USP1. Encerra-se a primeira fase do MAM/SP.

Sem sede e sem acervo, inicia-se a luta de alguns sócios capitaneados por Arnaldo Pedroso D'Horta, pela sobrevivência do MAM/SP. Mas é somente em 1967, sem esperança alguma de reaver sua antiga coleção, que o museu passa a se estruturar novamente. Com a doação de obras de artistas modernos brasileiros, pela família de Carlo Tamagni, cria-se o núcleo do novo museu. Em 1969, o MAM/SP inaugura, com a mostra Panorama de Arte Atual Brasileira, sua sede no antigo pavilhão Bahia na marquise do parque do Ibirapuera, local que ocupa até hoje. O Panorama, ainda existente, é idealizado por Diná Lopes Coelho (diretora da instituição até 1982) como uma forma de adquirir obras para o acervo por meio de premiações e doações de artistas. Ao logo dos anos, o acervo é enriquecido com a doação de importantes coleções, como a do jornal O Estado de S. Paulo, a Coleção Paulo Figueiredo, a Coleção Kodak do Brasil, a Coleção Clube de Colecionadores da Gravura do MAM, entre outras.

Reestruturada, a instituição passa a organizar retrospectivas de artistas brasileiros e mostras internacionais, e retoma suas atividades didáticas, reconquistando lugar de destaque na vida cultural nacional. Nos anos 1990, sob a presidência da empresária Milú Villela, o MAM/SP desenvolve uma política mais constante de aquisição de obras e valorização de seu acervo. Um dos pontos culminantes dessa política se dá com a publicação, em 2002, do Catálogo Geral do Acervo do MAM/SP.

Ass: Sofia Lins n27

MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo

Endereço:
Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
São Paulo - SP - Brasil
04094-000
Tel.: (11) 5085-1300
Fax: (11) 5549-2342
http://twitter.com/MAM_SP
http://tiny.cc/facebookmam

Horário:
Bilheteria: terça a domingo e feriados das 10h às 17h30
Visitação: terça a domingo e feriados das 10h às 18h

Fechado às segundas-feiras (inclusive feriados)

Entrada: R$5,50

Meia entrada para estudantes, mediante apresentação da carteirinha
Gratuidade para menores de 10 e maiores de 65 anos, sócios do MAM e funcionários das empresas parceiras

ENTRADA GRATUITA AOS DOMINGOS

Acesso para deficientes físicos
Estacionamento Zona Azul – R$3,00 por duas horas. Dias úteis das 10h às 20h, sábados, domingos e feriados das 8h às 18h.

Acesso de ônibus e metrô:
As estações de Metrô próximas são Santa Cruz, Vila Mariana, Ana Rosa, Paraíso, Brigadeiro, que funcionam de segunda a domingo das 6h às 0h.
Use ônibus ou táxi para chegar ao MAM.

Dicas de Ônibus que passam pelo Ibirapuera:
Estação da Luz - Linha 5154 - Terminal Sto Amaro / Metrô Brás - Linha 5630 - Jd. Eliana / Metrô Ana Rosa - Linha 675N - Terminal Sto. Amaro - Linha 677A - Vila Gilda - Linha 775C - Jd. Maria Sampaio / Metrô Vila Mariana - Linha 775 A – Jd. Adalgiza.

Ass: Sofia Lins n27


Raymundo Colares-Fernanda Namie 7C n13

Objeto-Onibus, 1968 (tinta industrial sobre metal) Colecao:Luiz Buarque de Hollanda

Raymundo Colares, nasceu em Grao Mogol (MG) em 1944.

No Rio de Janeiro, realizou sua formacao artistica e despontou como o principal articulador do neoconcretismo com a pop art em uma carreira tao promissora quanto curta, devido a sua morte em 1986.
Em 1966, cursou a escola de Belas Artes na Universidade Federal, quando conheceu seus amigos Antonio Manuel e Helio Oiticica, com quem compartilhou a busca por uma nova maneira de traduzir as mudancas radicais que o MUNDO e o Brasil estavam passando.
Nos anos 70, Colares passa a usar como referencia mais importante de sua obra a simplicidade de linhas e formas, inspirada em conceitos metafisicos de Mondrian, que tambem servia de parametro para o carioca Helio Oiticica (1937-1980). "Eu ainda vou entender esse cara como ninguem nunca entendeu" dizia Raymundo sobre Mondrian.
Apesar de sua morte tragica (morreu queimado, amarrado em um colchao de uma clinica psiquiatrica), aos 42 anos, Raymundo Colares foi um dos destaques do periodo pop brasileiro, nos anos 60.

Ass: Fernanda Namie 7C/n13